Edita, diagrama, escaneia, xeroca, recorta, cola, photoshopa, imprime, dobra, costura, grampeia, embebe de curry, embebe de cana, publica, lança ao espaço, expõe!

A bomba lenta foi armada, está engendrada, seu tic tac visual ecoa para a caixa acústica torácica, ressoa pelo diafragma transborda para a cabeça explode e pipoca!

Explode a barreira, destrói a linha, ultrapassa a fronteira. As feridas estão abertas, os estilhaços despedaçados, por todo o espaço espalhados: alta cultura, baixa cultura, artista, artesão, editor, tudo junto e misturado dão vida ao corpo fragmentado.

FORMATO INDEFINIDO é palavra que foi roubada da fala e para essa exposição se encaixa perfeitamente como título.
É artista que edita livro e editor que se aventura na arte por amor ao perigo.

FORMATO INDEFINIDO nasce como abrigo para rabiscos, no amor compartilhado pela urgência que é o lançamento de um livro, feira de publicações, parede para prego e encontro com os amigos.

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