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Dia 30 de abril estaremos lançando dentro da exposição Formato Indefinido uma nova publicação, parceria da DODO com a Cozinha Experimental, que é o  primeiro fruto executado em nossa nova sede, a Oficina do Prelo.

É um trabalho de Araújo Vasconcelos. Uma reapropriação, um remix, um sample retirado da hq El Sueñenro de Enrique Breccia.

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A exposição Formato Indefinido conta com um time de artistas e editores de primeira e terá outros lançamentos! Não perca!

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1 – Informações básicas

Fantoches da Meia Noite de Di Cavalcanti foi publicado em 1922 pela Monteiro Lobato e Cia., primeira editora de Monteiro Lobato, que existiu de 1920 até 1925. A edição de luxo foi lançada na livraria Casa Editora O Livro, de Jacinto Silva, na R. XV de novembro, em São Paulo.

O livro foi editado como uma caixa de pranchas contendo os desenhos, medindo 15,5 cm por 20,3 cm cada. Não conseguimos referencia da ordem original dos desenhos nem tivemos acesso a um dos originais para consulta e possiblidade de uma edição fiel, apenas uma foto da internet. A tiragem também é desconhecida, mas sabe-se que foram feitas poucas cópias da publicação.

2 – A nossa edição

A primeira vez que vimos os Fantoches da Meia Noite de Di Cavalcantifoi no blog Gramatologia. A vontade de reeditar o livro foi imediata. Pegamos as imagens do próprio site e fomos pesquisar sobre as características da edição original. Nunca reeditado, descobrimos o paradeiro de duas cópias, uma estaria na Biblioteca Nacional no Rio de Janeiro e outra na Casa Guilherme de Almeida em São Paulo. Realizamos uma visita à BN com o intuito de consultar a edição original da obra, mas infelizmente a cópia não foi encontrada pela funcionária que nos atendeu. Como ela também não soube nos informar o que aconteceu com a raridade, tivemos que nos contentar com uma reportagem e com a referência do livro comemorativo dos 200 anos da Biblioteca Nacional, onde diz que consta do acervo. Não tivemos chance de verificar a cópia existente em São Paulo por falta de dinheiro e tempo.

Como podem notar, nossas limitações editorais não impediram sua publicação, mas determinou seu formato. Tivemos de imprimir as ilustrações aos poucos na impressora colorida a jato de tinta do pai de um dos editores da DODO Publicações. Ao longo de algumas visitas e longas horas de impressão, conseguimos reunir as quase 30 cópias do livro. As dimensões também foram determinadas a partir das limitações da impressora a jato de tinta, que só suportava papeis até o formato A4. Além disso, quando começamos a imprimir ainda não sabíamos das dimensões na qual o original tinha sido publicado, muito menos a ordem das ilustrações (colocamos na ordem em que encontramos no blog Gramatologia). Outro problema foi não ter a referencia da cor original dos desenhos para orientar o tratamento das imagens para a impressão.

Estas limitações não poderiam nos impedir de publicar este livro importantíssimo tanto na obra do artista Di Cavalcanti como na história editorial brasileira. Para Di, Fantoches da Meia Noite marca uma nova fase em sua carreira. Através desta série de desenhos, aos 24 anos, o artista rompe com a influencia da ArtNoveau e começa uma nova fase, de tendência expressionista. Seu traço se torna mais autoral.

Fantoches da Meia Noite foi inovador para a época não apenas pelo conteúdo, mas pelo formato. É um dos primeiros livros de artista publicado no Brasil e talvez a primeira publicação de uma serie de desenhos, de um álbum, pensado como publicação no país.

A presente edição ainda conta com o texto original de abertura escrito por Ribeiro Couto e um texto de Mario de Andrade publicado na revista Fon-Fon de 1 de julho de 1922, onde ele discorre sobre a obra de Di Cavalcanti e a publicação Fantoches da Meia Noite.

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Graças ao comentário do Raphael, descobri que o arquivo do provos ficou muito grande mesmo (valeu Raphael!). Estou tentando novamente, mas agora em três partes. Acredito que com arquivos menores dê certo. Avisem se algo sair errado de novo.

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O Marcelo pediu pra eu escanear este livro pra ele e aproveito pra colocar aqui. É muito divertido, inspirador, legal de ler. Enfim, é tesão pra caralho!!!

p.s.: pedimos desculpas pelo arquivo ter ficado meio pesado.

baixe aqui provos

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Livro escrito por Wilhelm Reich em 46 e publicado em 1947, Escute Zé-ninguém é diferente dos seus outros livros, não é um estudo propriamente dito, mas uma tentativa de fazer as pessoas perceberem que são livres e se responsabilizem por isso. Esta edição é genialmente ilustrada por William Steig, cartunista e escritor de histórias infantis americano (curiosidade: foi esse cara quem criou o personagem Schrek dos desenhos da dreamworks).

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BAIXE AQUI ESCUTE ZÉ-NINGUÉM DE WILHELM REICH

“Os livros não existem para tornar mais dependentes ainda pessoas já de si tão dependentes. Muito menos existem eles para dar a homens de si inaptos para viver uma mera ilusão ou sucedâneo de vida. Ao contrário. Os livros só têm valor quando nos estimulam a viver, quando servem à vida e lhe são úteis. Desperdiçada é toda hora de leitura da qual não resulte para o leitor uma centelha de energia, uma impressão de rejuvenescimento, um sopro de novidade e de viço.”
– Herman Hesse

Este livro eu achei num sebo em Piçarras-SC. Foi completamente inesperado, o que só ajudou na surpresa maior que é o livro em si. Ele fala de rádios livres, que a maioria das pessoas, ou o senso comum, chamaria de rádios piratas. Há uma frase que coloca um ponto final na questão sobre quem é o pirata (no sentido pejorativo da palavra) da história: “Piratas são eles que só estão interessados no ouro”.
Este livro fala das rádios independentes que ousaram simplesmente ligar um transmissor e emitir o que achavam importante. Ele mistura textos históricos, com ensaios, com manifestos de rádios livres, com roteiros de programas dessas mesmas rádios. É um livro sensacional, publicado em 1986 e, criminosamente, nunca republicado. Acompanha até um projeto eletrônico para quem quiser colocar sua própria rádio no ar.

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BAIXE AQUI RÁDIO LIVROS

Livro da famosa coleção Primeiros Passos que trata sobre nosso assunto preferido. É só baxar.

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BAIXE AQUI O QUE É FANZINE

“A TAZ (Zona Autônoma Temporária) é uma espécie de rebelião que não confronta o Estado diretamente, uma operação de guerrilha que libera uma área (de terra, de tempo, de imaginação) e se dissolve para se re-fazer em outro lugar e outro momentos, antes que o Estado possa esmagá-la. Uma vez que o Estado se preocupa primordialmente com a Simulação, e não com a substância, a TAZ pode, em relativa paz e por um bom tempo, “ocupar” clandestinamente essas áreas e realizar seus propósitos festivos.”

– Hakim Bay

BAIXE AQUI O LIVRO ZONA AUTÔNOMA TEMPORÁRIA

Livro escrito por Marshall McLuhan e diagramado por Quentin Fiori, publicado em 1969 no Brasil pela Ed. Record. Esta obra é inovadora na utilização de escrita e imagem convergindo para uma única mensagem. Pessoalmente gosto muito deste livro, por isso coloco a disposição aqui na DODO publicações. Este pdf foi tirado a partir da cópia da Biblioteca Pública do Paraná. Seguem algumas páginas para vocês terem uma idéia do que se trata.

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baixe o livro aqui

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