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Cultura Asfixiante

Jean Dubuffet

DODO Publicações & Edições Catador

 

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Zine Fotomontagens de Jorge de Lima

24 páginas

DODO Publicações & Edições Catador

2016.

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Em 1904 James Ensor publicou um álbum de gravuras intitulado Les sept péchs capitaux ( Os sete pecados capitais) em sua cidade natal, Ostend, Bélgica. O prefácio foi escrito por um grande amigo seu, Eugene Demolder, autor da primeira biografia de Ensor. Além da representação de cada pecado capital, o álbum contém um frontispício, A morte Domina os Pecados Capitais (nesta publicação utilizado como capa).

A série de gravuras não foi criada de uma só vez. A Luxúria foi a primeira a ser feita em 1888. Até aquele momento não havia indícios de que Ensor planejasse ilustrar os outros pecados capitais. Dizem que por sugestão de Eugene Demolder, Ensor completou a série anos depois, entre 1902 e 1904. O álbum foi provavelmente impresso por Jean-Baptiste Campenhout e teve uma tiragem estimada entre 50 e 100 exemplares, dos quais 20 foram coloridos a mão por Ensor.

As reproduções das gravuras desta publicação foram feitas a partir do catálogo/livro James Ensor, um visionário em preto-e-branco, FAAP, São Paulo, 2005.


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1 – Informações básicas

Fantoches da Meia Noite de Di Cavalcanti foi publicado em 1922 pela Monteiro Lobato e Cia., primeira editora de Monteiro Lobato, que existiu de 1920 até 1925. A edição de luxo foi lançada na livraria Casa Editora O Livro, de Jacinto Silva, na R. XV de novembro, em São Paulo.

O livro foi editado como uma caixa de pranchas contendo os desenhos, medindo 15,5 cm por 20,3 cm cada. Não conseguimos referencia da ordem original dos desenhos nem tivemos acesso a um dos originais para consulta e possiblidade de uma edição fiel, apenas uma foto da internet. A tiragem também é desconhecida, mas sabe-se que foram feitas poucas cópias da publicação.

2 – A nossa edição

A primeira vez que vimos os Fantoches da Meia Noite de Di Cavalcantifoi no blog Gramatologia. A vontade de reeditar o livro foi imediata. Pegamos as imagens do próprio site e fomos pesquisar sobre as características da edição original. Nunca reeditado, descobrimos o paradeiro de duas cópias, uma estaria na Biblioteca Nacional no Rio de Janeiro e outra na Casa Guilherme de Almeida em São Paulo. Realizamos uma visita à BN com o intuito de consultar a edição original da obra, mas infelizmente a cópia não foi encontrada pela funcionária que nos atendeu. Como ela também não soube nos informar o que aconteceu com a raridade, tivemos que nos contentar com uma reportagem e com a referência do livro comemorativo dos 200 anos da Biblioteca Nacional, onde diz que consta do acervo. Não tivemos chance de verificar a cópia existente em São Paulo por falta de dinheiro e tempo.

Como podem notar, nossas limitações editorais não impediram sua publicação, mas determinou seu formato. Tivemos de imprimir as ilustrações aos poucos na impressora colorida a jato de tinta do pai de um dos editores da DODO Publicações. Ao longo de algumas visitas e longas horas de impressão, conseguimos reunir as quase 30 cópias do livro. As dimensões também foram determinadas a partir das limitações da impressora a jato de tinta, que só suportava papeis até o formato A4. Além disso, quando começamos a imprimir ainda não sabíamos das dimensões na qual o original tinha sido publicado, muito menos a ordem das ilustrações (colocamos na ordem em que encontramos no blog Gramatologia). Outro problema foi não ter a referencia da cor original dos desenhos para orientar o tratamento das imagens para a impressão.

Estas limitações não poderiam nos impedir de publicar este livro importantíssimo tanto na obra do artista Di Cavalcanti como na história editorial brasileira. Para Di, Fantoches da Meia Noite marca uma nova fase em sua carreira. Através desta série de desenhos, aos 24 anos, o artista rompe com a influencia da ArtNoveau e começa uma nova fase, de tendência expressionista. Seu traço se torna mais autoral.

Fantoches da Meia Noite foi inovador para a época não apenas pelo conteúdo, mas pelo formato. É um dos primeiros livros de artista publicado no Brasil e talvez a primeira publicação de uma serie de desenhos, de um álbum, pensado como publicação no país.

A presente edição ainda conta com o texto original de abertura escrito por Ribeiro Couto e um texto de Mario de Andrade publicado na revista Fon-Fon de 1 de julho de 1922, onde ele discorre sobre a obra de Di Cavalcanti e a publicação Fantoches da Meia Noite.

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Estamos disponibilizando nosso zine EsmagadosnoAsfalto em pdf, o número 580 da nossa série das Edições Catador.

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Algumas críticas foram escritas sobre este zine aqui e http://revistachao.com/2013/08/19/esmagados-no-asfalto/.

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É com muito orgulho que estamos lançando nosso FANzine em homenagem à um dos mais divertidos quadrinistas de todo o sempre: AKIRA TORIYAMA. Histórias autobiográficas do autor de Dr. Slump, Dragon Ball, entre outros personagens incríveis. Como merecido, caprichamos nas capas: serigrafadas e em 4 versões diferentes em estilo warholiano. Mais um zine das EDIÇÕES CATADOR!

Quem quiser pode entrar em contato com a gente ou aparecer nas feiras de publicações independentes que tem rolado Brasil afora. Neste fim de semana estaremos na Feira Pão de Forma (em breve vamos divulgar a feira aqui tb).

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Iniciamos os pdfs das Edições Catador com os zines mais trabalhosos da série até agora, os 4 volumes de FRANK de Jim Woodring. Miolo fotocopiado e tingido em mimeógrafo, capas serigrafadas que juntas formam um desenho único.

Mas nem tudo foi alegria nesta série. A impressão da capa custou o emprego por justa causa de toda a equipe de serigrafia, como pode ser verificado nesta foto dos registros das cores.

Mas vamos ao que interessa:

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Finalmente estamos lançando a coleção de zines Edições Catador – Série Quinta C. Esta coleção foi criada para fazer parte das Edições Catador originais, criada por Key Imaguire e João Antonio. Esta coleção teve centenas de números e já foi tema de um post aqui no Blog. Segundo os criadores a origem da coleção foi uma biblioteca congestionada, muitos livros, pouco espaço, foi necessário uma reavaliação do acervo. Livros que apenas eram guardados por causa de partes específicas (ilustrações, capa, um frontíspicio especialmente bonito ou curioso) foram eliminados do acervo. Para preservar as partes que lhes eram caras resolveram separa-las (por isso o nome das séries publicadas se chaman separatas) e guarda-las em pequenas publicações em formato a4 dobradas ao meio. Fizeram capas, deram títulos, numeraram as edições, construíram uma lista e eis a coleção q tem mais de 200 numeros publicados. Até onde eu sei. Importante mencionar que a coleção tomou outros rumos após este começo insólito, vindo a se tornar um zine de compilações com os mais diversos temas, como pode ser visto nas edições originais postadas no post já citado.

Tomei contato com a coleção com a publicação do Arrotinhos Curry #1, que enviei pelo correio para o Key (que também é um fanzineiro muito peculiar), filho do Key que criou as Edições Catador. A gentileza foi retribuida com um pacote gordo, recebido com surpresa e alegria, cheia de publicações e papéis esparços. No meio de tudo isso, vieram alguns numeros das Edições Catador. Foi uma revelação! Para alguém que sempre teve uma compulsão e um fascínio por coleções, que sempre acumulou revistas, gibis, figurinhas e muitos outros tipos de produtos gráficos, era a idéia perfeita. Sempre quis publicar uma coleção e ali estava ela. Resolvi fazer a minha própria série das Edições Catador. Comecei a separar e fazer listas até que cheguei no exorbitante numero de 44 zines. Isso foi há mais de dois anos. Venho trabalhando nesta coleção desde então. Ela nunca foi oficialmente lançada, mas muitas cópias já estão rodando por aí (inclusive o Ex-Libris Eróticos, #560 da coleção já esgotou e foi relançado em parceria com nossa irmã Editora Cozinha Experimental). Abandonando a idéia de lançar apenas quando todos estivessem prontos, aqui estamos divulgando a lista da coleção publicada pela Dodo.

Os numeros que estão prontos estão em laranja e podem ser adquiridos a qualquer momento. Aos poucos iremos disponibilizar eles em versão pdf. Os demais zines serão postados na medida em que ficarem prontos.

Edições Catador e DODO Publicações
Série Quinta C

559-Jugo do Bicho de Douglas Mayer
560-Ex-Libris Eróticos
561-10 anos de Modess (1949 – 1959)
562-Kinder der Strasse por H. Zille
563-Rund um´s Freibad por H. Zille
564-Horas Preciosas da Infância – Graciosos Personagens de Minha Horta
565-Capas de Frank R. Paul para Air Wonder Stories
566-Ilustrações de Os Subterrâneos da cidade
567-Documentário de Akira Toriyama
568-Álbum de Figurinhas O Ministério da Saúde Adverte (com extras!)
569-Desenhos de William Steig para o Escute Zé Ninguém de Wilhelm Reich
570-Sermões no Papel de Winsor McCay
571-Quadrinhos Ciência Popular #1
572-Quadrinhos Ciência Popular #2
573-Quadrinhos Ciência Popular #3
574-Quadrinhos Ciência Popular #4
575-Quadrinhos Ciência Popular #5
576-O Apocalipse de Albrecht Durer
577-Os 7 Pecados Capitais de Brughel
578-Capas do zine OVO
579-oferta de prostitutas em Buenos Aires: Coleção Verão 2007/2008
580-Esmagados no asfalto
581-Alfajores Argentinos
582-Coleção de Postais Antigos de Herold Walter Weiss
583-Postais de Willy para Elsa Weiss (da coleção de Herold Walter Weiss)
584-Capas da Revista HARA-KIRI
585-Construir, Habitar, Pensar de Martin Heidegger
586-Coleção de Decalco Plásticos Antigos
587-Juiz Dredd – A Vida no Bloco (volume 1)
588-Juiz Dredd – A Vida no Bloco (volume 2)
589-O living Theater e a Cultura Libertária
590-Idéias do Canário de Machado de Assis
591-Frank de Jim Woodring #1
592-Frank de Jim Woodring #2
593-Frank de Jim Woodring #3
594-Frank de Jim Woodring #4
595-O Aniversário da Infanta de Oscar Wilde (como publicado na revista O GLOBO de 6 de dezembro de 1947)
596-Storyboard de Mars Attacks
597-Paisagens de N.C. Wyeth
598-Ilustrações de W. M. Kaluta para The Swords of Shahrazar
599-Desenhos de James Montgomery Flagg
600-Os Meses por Denis Boutemie
601-Ecos Marianos da Basílica Nacional de Nossa Senhora Aparecida 1962
602-Azulejos Portugueses no Forte de São Miguel de Luanda
603-Manifestos de Rádios Livres Brasileiras
604-PUMA

 

A dodo publicações orgulhosamente apresenta seu pacote de zines sortidos. São quatro zines, que vc pode adquirir pela bagatela de 5 reais. São pacotes devidamente serigrafados e selados. Aos mimados fica o aviso, não tem essa de escolher, é ao acaso.

Adiantamos que vcs poderão encontrar alguns zines das edições catador (mais detalhes nos próximos posts), Arrotinhos Curry, zines antigos que copiamos do nosso acervo e outras publicações do gênero que encontramos por ai e nossa máquina gentilmente e aleatoriamente coloca nos pacotes.

Mais informações, entre em contato por email, por coment ou nos visite em nossa barraca na Praça São Salvador, bairro de Laranjeiras, Rio de Janeiro, aos domingos, a partir das 11 horas. Estaremos lá com nossa editora irmã Cozinha Experimental.

Fotos de Michelle Ludvichak

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Esta série de zines foi uma revelação pessoal ano passado. São zines de resgate como eu chamo, preocupados em republicar coisas antigas e fora de circulação. O Key (editor desta coleção) fez um grande trabalho, de compilação, de resgate, de busca. Ele me mandou esses zines já fazem uns 3 anos, mas a ficha só foi cair faz pouco tempo. É um trabalho incrível (e também monumental, vejam a lista da fase três no fim deste post, é assustadora a quantidade de publicações). Uma grande idéia. Seguem as edições que ele me mandou.

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ERRATA!
Eu estava equivocado sobre o verdadeiro editor e criador das Edições Catador. Peço desculpas e coloco aqui o email esclarecedor:
O Key San – meu filho – recomendou que te escrevesse, para explicar alguma coisa sobre os “zines” que você publicou no teu blog. Bom, esclarecendo:
1 – pode usar à vontade, a idéia era mesmo disponibilizar prá todo mundo;
2- quem tem a coleção toda dos “originais” é o amigo que me fornecia a maior parte do material, o João de Campinas. Só tenho uma cópia de cada e encadernada, o que dificulta o xerox;
3-endereço dele: (tirei o email pq não sei se estou autorizado)
4-a idéia surgiu do fato de eu ter muito livro. Então, tinha muitos que eu guardava só por causa das ilustrações, ou alguma coisa interessante. Resolvi fazer esses caderninhos – que receberam o nome de “separatas” por esse caráter de separar do livro alguma coisa, prá economizar espaço. Ou então coisas dispersas, manter num volume único, ainda que pequeno. Portanto, a idéia surge prá economizar espaço… Esse meu amigo sempre me mandou muita coisa, então usei bastante material achado ou colecionado por ele.

Acho que é isso, fico satisfeito que tenha agradado!

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